David Andrade, em Paris
Foto: António Lamas/PRS
PÚBLICO - Qual foi a sensação de defrontar os famosos All Blacks?
Paulo Murinello – Foi uma sensação fantástica. Vai ser difícil algum português ter uma vivência dessas no futuro. Foi fantástico.
Não conseguiram evitar que a Nova Zelândia chegasse aos cem pontos. Foi um objectivo demasiado ambicioso tentar fazer melhor do que a Itália?
Não. Julgo que não foi demasiado ambicioso. Acho que estava ao nosso alcance. Falhamos na defesa, o que comprometeu fazer um resultado igual ao da Itália. Não estivemos tão longe quanto isso de o conseguir. Agora temos que melhorar na defesa contra a Itália para conseguir fazer um melhor jogo.
Tal como tinha acontecido no jogo contra a Escócia, os minutos finais de cada uma das partes foram fatais para o avolumar do resultado. É esse o preço que Portugal está a pagar por ser uma selecção amadora?
Acho que, acima de tudo, não teve a ver com o facto de sermos uma selecção amadora. Acho que o principal motivo foi o facto de não termos muita experiência internacional e não estarmos habituados a jogar num ritmo tão elevado. No fundo, não temos experiência internacional. É claro que acabamos por pagar o amadorismo, porque não nos permite treinar como profissionais e não temos a condição física que os profissionais têm. Não temos a quantidade de treino técnico e táctico que nos permita estar ao nível deles. Mas, no fundo, acho que se podia encurtar essas diferenças nas partes finais de cada parte se houvesse mais experiência profissional que nos permitisse estar concentrados por mais tempo no jogo.
Como é que está agora a equipa para o jogo contra a Itália?
A equipa para este jogo está motivada e com ambição de fazer um bom resultado.
Este vai ser o jogo menos importante dos quatro que Portugal vai fazer?
Na minha opinião, não há nenhum jogo que seja menos importante. A selecção tem, naturalmente, o objectivo de vencer a Roménia. Assumo que esse será o jogo mais importante. Mas em cada jogo daremos o máximo e não vamos desperdiçar qualquer oportunidade, principalmente aqui no Campeonato do Mundo.
A última partida contra a Roménia vai condicionar o comportamento dos jogadores no jogo contra a Itália?
Não.
No último jogo entre as duas selecções, Portugal perdeu por 83-0. Qual é o objectivo para este encontro?
Vamos jogar o jogo pelo jogo. É isso que temos que fazer. Se acontecer um resultado inferior a quarenta pontos, teremos que o considerar um excelente resultado. Mas julgo que devemos, e temos a ambição, de fazer um resultado inferior a quarenta pontos.
PÚBLICO - Qual foi a sensação de defrontar os famosos All Blacks?
Paulo Murinello – Foi uma sensação fantástica. Vai ser difícil algum português ter uma vivência dessas no futuro. Foi fantástico.
Não conseguiram evitar que a Nova Zelândia chegasse aos cem pontos. Foi um objectivo demasiado ambicioso tentar fazer melhor do que a Itália?
Não. Julgo que não foi demasiado ambicioso. Acho que estava ao nosso alcance. Falhamos na defesa, o que comprometeu fazer um resultado igual ao da Itália. Não estivemos tão longe quanto isso de o conseguir. Agora temos que melhorar na defesa contra a Itália para conseguir fazer um melhor jogo.
Tal como tinha acontecido no jogo contra a Escócia, os minutos finais de cada uma das partes foram fatais para o avolumar do resultado. É esse o preço que Portugal está a pagar por ser uma selecção amadora?
Acho que, acima de tudo, não teve a ver com o facto de sermos uma selecção amadora. Acho que o principal motivo foi o facto de não termos muita experiência internacional e não estarmos habituados a jogar num ritmo tão elevado. No fundo, não temos experiência internacional. É claro que acabamos por pagar o amadorismo, porque não nos permite treinar como profissionais e não temos a condição física que os profissionais têm. Não temos a quantidade de treino técnico e táctico que nos permita estar ao nível deles. Mas, no fundo, acho que se podia encurtar essas diferenças nas partes finais de cada parte se houvesse mais experiência profissional que nos permitisse estar concentrados por mais tempo no jogo.
Como é que está agora a equipa para o jogo contra a Itália?
A equipa para este jogo está motivada e com ambição de fazer um bom resultado.
Este vai ser o jogo menos importante dos quatro que Portugal vai fazer?
Na minha opinião, não há nenhum jogo que seja menos importante. A selecção tem, naturalmente, o objectivo de vencer a Roménia. Assumo que esse será o jogo mais importante. Mas em cada jogo daremos o máximo e não vamos desperdiçar qualquer oportunidade, principalmente aqui no Campeonato do Mundo.
A última partida contra a Roménia vai condicionar o comportamento dos jogadores no jogo contra a Itália?
Não.
No último jogo entre as duas selecções, Portugal perdeu por 83-0. Qual é o objectivo para este encontro?
Vamos jogar o jogo pelo jogo. É isso que temos que fazer. Se acontecer um resultado inferior a quarenta pontos, teremos que o considerar um excelente resultado. Mas julgo que devemos, e temos a ambição, de fazer um resultado inferior a quarenta pontos.
1 comentário:
É interessante comparar o discurso dos jogadores de raguebi com os dos nossos meninos do futebol... Que diferenca!
Pedro, Bruxelas, Belgica.
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